quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Post nº 144: Ai,ai,ai...

Bem, final de ano...
Acabei de retornar de viagem...
Estou "doida" para que cheguem as férias...
E, infelizmente, estou numa fase: sem novidades e sem criatividade! ¬¬
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Até domingo crio vergonha na cara e escrevo um post decente, ok?!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Post 143: Enquanto admirava nuvens...

O aeroporto
Atraso...
Chuvinha básica
Mudança total de rota
A máquina voadora
Uma imensidão negra
ZzZzZzZzZz...
Conexão
e mais ZzZzZzZ
E brilha o sol
Outra conexão
Folhear revista
Monotonia... Tédio!
mais um incontrolável ZzZzZz
Acordar de vez!
[Suspiros] Nuvens!!!
Como deve ser ter asas?
Brincar nas nuvens é possível?
Voar pelo infinito também?
E se eu tiver visto fadas brincando sobre o "tapete branco"?
Você acha que fumei maconha, né?! HeHeHe
Minha mente retorna de longa viagem
Enfim, o ponto final.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Post nº 142: Felicidade extrema

Por um acaso você já passou por um momento de felicidade a qual não sabia explicar o motivo?
Tipo, uma sensação de felicidade imensa que surge do nada!!!
Pois é, estou com essa felicidade extrema e repentina desde ontem. Não sei explicar...
E de ontem de tarde para cá, a alegria só aumenta, até por que parece que tudo está conspirando a favor, então além da felicidade, um monte de coisas boas está acontecendo.
Além disso, tem a viagem que farei para Campinas - SP, na próxima semana, então estou, também, muuuuito empolgada.
Ontem à noite, para se ter uma noção, acabei voltando, um pouco, alguns anos... Brinquei com a minha irmã, só 3 anos mais nova que eu, e mais umas duas gurias de uns 15 anos, sei lá... Tipo, um monte de brincadeiras antigas (nem tão antigas assim!!!) de menina.
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"Cere cê cê, a sessão vai começar... Eu com as quatro, eu com essa, eu com aquela, nós por cima, nós por baixo..."
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"Dó ré mi fá, fá, fá... dó ré dó ré ré ré... dó só fá mi mi mi... dó ré mi fá só lá si..."
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"Babalu... Babalu da Califórnia, Califórnia é Babalu... É A, é U. Estados Unidos, rebola o seu vestido, pra frente, pra trás..."
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"Escravos de Jó jogavam caxangá. Tira. Bota. Deixa o Zé Pereira ficar. Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue, zá... Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue, zá..."
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Ah (suspiros) que felicidade!!! xD

sábado, 8 de novembro de 2008

Post nº 141: Agora nada me segura...

Pois é, ontem foi meu aniversário... 21 aninhos... E a vida continua.
Como eu queria ter parado nos 18. HeHeHeHe x)
Mas a comemoração foi bem bacana... Na verdade, uma das melhores que já tive... bem simples, mas foi muito boa.
Festinha básica só com os pais, irmãos, tios, primas e avó. Bolinho, salgadinhos, refrigerante e O Parabéns, é claro!
Depois sigo para uma pizzaria para o início da farra com amigos em geral. Come-se pouco, mas fala-se bastante... melhor ainda, a risada rola solta!
Para finalizar, uma pequeníssima parte do grupo vai para La Cucaracha, uma das poucas boates local. Mas por lá, encontramos mais uma galera e a festa acabou sendo bem legal.
Dançar funk. Por que não?!
Dançar reggaeton. Por que não?!
Beijar na boca. Definitivamente não tem nenhum problema...
A questão é: Agora nada me segura...
Ops! Exceto meus pais. Hehehehe...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Post nº 140: O interesse se esvaindo

Olhares...
Pode-se perceber "o clima" num olhar?
Toques...
Pode-se perceber "o clima" no descer delicado de sua mão em meu braço?
Rubores...
E o pequeno momento "sem-graça" por uma indireta sobre a gente de sua amiga? Quer dizer alguma coisa?
Talvez eu não esteja lendo os sinais direito.
Mas decidi!
"Liguei" o Foda-se! Se quiser, que venha atrás.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Post nº 139: Hiero, ataca novamente!

Cat_Girl: Então tah! Nos veremos hj à noite... Até que enfim, neh?
Anormal30: Poisé! Quero taaanto te conhecer pessoalmente... melhor ainda se for intimamente... =)
Cat_Girl: Ai, Ivan, não fala assim que senão fiko tímida... HEHEHE
Então aki em ksa às 20:00, ok?!
Cat_Girl: Endereço – Rua Almirante Cupim, nº 436, Bairro: Cidade Velha.
A minha casa é verdinha, com portões pretos! x)
Anormal30: Ok, meu amor! Serei pontual.
Cat_Girl: Bjaum =***
Anormal30: outro pra vc, Júlia...
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Fazia 2 meses que não sentia seu sangue ferver; e em vários momentos, ele duvidou que houvesse sangue em suas veias. Mas, enfim, ele estava tendo aquela sensação boa de novo.
Saiu da frente do computador e seguiu para tomar um banho. Enquanto estava sob o chuveiro, pensou bastante em tudo o que faria. Examinou meticulosamente cada passo. E ao mesmo tempo se excitou ao lembrar das outras vezes que já fizera aquilo.
No caminho para a casa de Júlia, parou para comprar flores e uma garrafa de vinho tinto Valpolicella. A cada segundo, sentia-se mais empolgado... e nervoso ao mesmo tempo.
DING DONG
Júlia corre para atender à porta, como se daquilo dependesse sua vida. Mas segundos antes de abri-la, parada em frente da mesma, ela inspira profundamente, olha para o lado na procura do espelho a fim de conferir que tudo em sua aparência estava ok. Abre a porta e um enorme sorriso.
- Olá! Nossa, como é melhor vê-lo pessoalmente, ao invés das fotos pelo PC.
- Oh! Eu que o diga! - diz Ivan, inclinando-se cuidadosamente para Júlia e dando-lhe um delicado selinho.
- Pois entre! Fiz um jantar bem simples, mas espero que goste.
- Aposto que vou! – fala isso, enquanto segue a jovem jornalista rumo à cozinha.
O jantar transcorre maravilhosamente bem. A comida estava realmente deliciosa, a conversa rolava solta, eram sorrisos para cá, “meu amor” para lá. Durante uma das incríveis histórias de Ivan, Júlia começou a se perguntar se faria amor com ele...
- ...por que, afinal, já nos conhecemos há 2 meses. Tá, pessoalmente só agora! Mas já sei bastante coisa da vida dele – pensa ela.
Depois de comerem, o casal seguiu para a sala e lá Ivan decidiu ser um pouco mais ousado. Júlia não mostrou nenhuma hesitação e muito menos falou para ele parar. Ela queria, já havia decidido isso. E ele fervia por dentro, como desejava aquilo.
Após beijos provocantes, mãos em lugares erotizantes, eles seguiram, aos agarrões e puxões, para o quarto de Júlia, onde ocorreram mais alguns minutos de preliminares e então o ato em si. E no auge de tudo, Júlia sentia-se feliz. Estava quase lá.
E ele dentro dela, num movimento ritmado. Já não eram suas partes que estavam quentes, mas suas mãos. E seu cérebro explodia numa vontade única. Então como seres de vida própria, as mãos de Ivan se fecharam ao redor do pescoço de Júlia e cada vez foram apertando-o mais forte. Num movimento ritmado. E Júlia começa a sentir a dor daquele aperto, o ar lhe faltando... e como reação segura nos braços de seu amado. E o movimento continua ritmado, as mãos dele cada vez se fechando mais. Ele queria estrangulá-la, queria matá-la, e como ele desejava aquilo. As unhas de Júlia perfuraram a pele de Ivan. Ela já não estava mais feliz; estava com medo, não sabia o que estava acontecendo. Ela queria ar.
E o movimento passou a ser alucinado. Estava chegando o momento, ele estava sentido. Ivan olhou fundo naqueles olhos azuis a sua frente, em que lágrimas despontavam dos cantos. E, enfim, gozou. Ao mesmo tempo, os olhos azuis fecharam-se de forma triste e eterna.
Ivan saiu do quarto e pegou a sua maleta na sala, guardou a camisinha usada num dos compartimentos da maleta e passou a utilizar todos seus equipamentos. Removeu possíveis pistas: digitais dos copos, talheres, arrancou as unhas de Júlia, pegou o laptop dela, entre outros. Depois fez delicadamente, usando seu canivete, frases escritas em hieróglifos sobre o corpo inerte de Júlia. Muitas horas se passaram, até que Ivan deixou, aquela casa, saciado e novamente feliz.
A matéria, no dia seguinte, no Jornal Newspaper era...